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| Atualizado 22/02/2012 13h35 | ||
HORA DE ACORDAR!!
“Nós”, micro e pequenas empresas, constituímos 98% do total de empresas do país, geramos 56% dos empregos e representamos apenas 3% das receitas estaduais.
Estes números demonstram a “Nossa” importância social e econômica no desenvolvimento do Brasil, pois driblamos todas as adversidades e geramos o mercado consumidor para que os 2% de grandes empresas faturem 97% do mercado.
Se as micro e pequenas empresas forem isentas do ICMS o Estado não perderia nada, pois a arrecadação tem aumentado em torno de 10% ao ano e “perderia” apenas 3%, restando ainda aumentado 7% na arrecadação do Estado.
O EXCESSO DE BUROCRACIA, a CARGA TRIBUTÁRIA ELEVADA e a INSEGURANÇA JURÍDICA são os grandes obstáculos ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas e à geração de empregos. A “Nossa” situação é tão caótica que, diante de uma carga tributária real (em abstrato) de 59% e 240.000 normas tributárias, o jurista Ives Gandra Martins diz que “o empreendedor brasileiro é uma espécie de besouro. Ele voa, mas ninguém sabe exatamente como...”.
O colunista da Revista Veja, Reinaldo Azevedo, explica:
” A verdade é a seguinte: com 59% de carga tributária, a sociedade estaria quebrada, arrastado-se na miséria. (...), num raciocínio puramente dedutivo: o que impede a sociedade de quebrar é a sonegação. Temos um sistema tributário cuja eficiência está em ser burlado. (...) é evidente que, com 59% de carga tributária, não iríamos muito longe.”
Enfim, os dados por si só mostram “Nossa” importância e “força” política que representa 98% das empresas e gera 56% dos empregos no Brasil. Não podemos mais aceitar uma carga tributária confiscatória, tirana e impossível de se cumprir.
Chega de NFP, NFE-1, NFE-2, PAF, TEF, SAT, CSS, etc., precisamos do retorno dos benefícios e isenções que as ME´s e EPP´s tinham em São Paulo para trabalhar e gerar os empregos e a renda que todos os brasileiros merecem.
No palco da democracia os atores principais não são os políticos, somos nós, povo, cidadão, trabalhadores, empresários, sociedade organizada, cada qual com seu papel. Quando os atores que não atuam são confundidos com o cenário e o nome da peça não será mais democracia.
ACE & SINCOMERCIO - Unidos somos fortes!!!!
Onório Norio Kobayashi
Presidente